A Antiga Grã-Bretanha de Assassin’s Creed Valhalla pode dar uma nova vida ao franchise

Com o jogo predominantemente na na Grã-Bretanha Antiga, a Ubisoft pode criar uma rica mistura!

transferir by Diogo Moreira
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Com Assassin’s Creed Valhalla a ser lançado no início de Novembro, a antecipação para o novo jogo é muito alta.

Grande parte do foco na construção do título tem sido em torno de Eivor e os Vikings, no entanto, o jogo será predominantemente definido na Grã-Bretanha Antiga.

Alguns jogadores apontaram que Assassin’s Creed já visitou Londres no AC Syndicate, mas a Grã-Bretanha de Valhalla será muito diferente, abrindo um mundo de oportunidades para a Ubisoft explorar.

Um pote de fusão

A Inglaterra moderna, e especialmente Londres, é frequentemente conhecida como um caldeirão de muitas culturas e influências diferentes.

Esta tendência não é nova, uma vez que a Grã-Bretanha Antiga foi igualmente impactada por muitas culturas de todo o mundo.

Invasões Romanas

Talvez a influência antiga mais óbvia para a Grã-Bretanha foi as invasões romanas da Grã-Bretanha celta que começaram em 55 a.C., com a ocupação romana a estender-se de 43 a 410 d.C.

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O Império Romano deixou para trás muitas lembranças culturais e estruturais da sua existência.

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Os gostos de Hadrian’s Wall e os Roman Baths seriam ótimos para explorar em Valhalla e Ubisoft poderiam até incluir um aceno a Ezio Auditore – algo que todos os fãs gostariam de ver!

Mitos e Lendas

Um aspeto dos jogos Assassin’s Creed que se tornou mais proeminente em títulos recentes são os mitos e lendas do mundo.

Ambas as Origens e Odisseia incluíam criaturas míticas e divindades, como a Esfinge Egípcia e o Ciclope Cret.

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OLHO NO PRÉMIO: AC Valhalla procurará continuar os temas míticos de Odisseia

Valhalla procurará continuar este tema, com muito folclore britânico para explorar (a Ubisoft já confirmou que a floresta de Sherwood vai figurar no jogo).

Rei Artur

Os romanos não eram os únicos a invadir a Inglaterra antes dos vikings, com os primeiros invasores saxões à procura de conquistar a Inglaterra assim que as forças romanas se tivessem retirado.

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Reza a lenda que o Rei Artur, talvez o mais famoso líder britânico, liderou a defesa da Grã-Bretanha contra as primeiras forças germânicas.

Há tanto alcance com a Lenda do Rei Artur, certamente a Ubisoft incluirá algo em torno do conto.

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STUFF OF LEGENDS: Ubisoft tem borrado as linhas entre a realidade e o mito nos últimos tempos

Talvez possa completar uma busca por um misterioso feiticeiro chamado Merlin, no qual se encontra uma espada lendária num lago… *tosse* Excalibur *tosse*.

Infelizmente, o mapa do AC Valhalla não parece ir tão longe quanto o Sudoeste, por isso é improvável que possamos explorar as ruínas do reduto do Rei Artur em Tintagel – talvez isto faça uma expansão adequada após o lançamento?

Grã-Bretanha Antiga em Guerra

Com tanta história antes de Valhalla, é fácil esquecer a complexidade da Grã-Bretanha antiga durante o reinado do Rei Alfredo, o Grande (que é quando o AC Valhalla está definido).

Quando os vikings invadiram, não estavam a atacar uma Inglaterra unificada.

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FUNDAÇÕES FRÁGEIS: A Grã-Bretanha de Valhalla é dividida em quatro reinos, todos com a capacidade de travar uma guerra entre si.

Na altura em que Alfred era rei de Wessex, e depois de muitas lutas, havia, de facto, quatro reinos principais – Wessex, Mercia, East Anglia e Northumbria.

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Às vezes, os Reinos daVam-se bem e às vezes não… O estado instável da Grã-Bretanha de Valhalla dá licença à Ubisoft para criar um mundo devastado pela guerra com uma rica mistura de histórias.

Está longe de ser tão simples como vikings vs. Inglaterra e mal podemos esperar para ver como a Ubisoft interpreta isso quando se empata na batalha contínua dos Assassinos contra os Templários.

Para ler mais sobre Assassin’s Creed Valhalla, dirija-se aqui.

Diogo Moreira